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SOMOS A PRIMEIRA ORGANIZAÇÃO ESPECIFICAMENTE VOLTADA A ENFRENTAR A GRAVE QUESTÃO DAS CONDENAÇÕES DE INOCENTES NO BRASIL.
PRESTAMOS ATENDIMENTO GRATUITO.

 

NOSSOS CASOS

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SÍLVIO JOSÉ DA SILVA MARQUES

Sílvio foi condenado a 17 anos de prisão por uma tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte) ocorrida em novembro de 2015 na cidade do Rio de Janeiro. A condenação se baseou exclusivamente na prova de reconhecimento, feita de forma ilegal e contrariada por robustas provas de inocência. Depois de produzir provas novas de que Sílvio não estava na cena do crime, o Projeto conseguiu inocentá-lo em dezembro de 2021, por decisão do Superior Tribunal de Justiça. Sílvio permaneceu quase 6 anos preso por um crime que não cometeu.


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CLEBER MICHEL ALVES

Cleber foi condenado a 10 anos de prisão pelo estupro de uma adolescente que teria acontecido em setembro de 2016, na cidade de Cerquilho (SP). Em março de 2020, por iniciativa do Projeto, a suposta vítima se retratou e revelou que o crime jamais ocorreu. Após três anos e meio de prisão, Cleber foi solto e pôde enfim conhecer seu filho, nascido poucas semanas depois de sua prisão. Em agosto de 2021, o Tribunal de Justiça de São Paulo absolveu Cleber por unanimidade.

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IGOR BARCELOS ORTEGA

Igor foi condenado a 15 anos e 6 meses de prisão, como coautor de um roubo e uma tentativa de latrocínio, cometidos na cidade de Guarulhos, em outubro de 2016. Contra todas as evidências dos autos, Igor foi condenado depois que uma das duas vítimas o reconheceu por foto, e confirmou esse reconhecimento em audiência. Ele permaneceu preso por quase 3 anos, até ser solto pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo em julho de 2019, durante o julgamento de Revisão Criminal proposta pelo Innocence Project Brasil. Finalmente, em julho de 2021, o Tribunal reconheceu a sua inocência.


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ROBERT MEDEIROS DA SILVA SANTOS

Robert foi condenado a um total de 17 anos de prisão, em dois processos por roubos a ônibus ocorridos em setembro e em novembro de 2018. Ele foi equivocadamente apontado como autor dos crimes, em procedimentos de reconhecimento realizados em desacordo com a lei. O Projeto conseguiu evidências seguras de que Robert não participou de nenhum dos crimes, o que levou à sua soltura pelo Superior Tribunal de Justiça, no Natal de 2020. Poucos meses depois, o mesmo Tribunal absolveu Robert nos dois processos.

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ANTÔNIO CLÁUDIO BARBOSA DE CASTRO

Acusado de ser o “maníaco da moto”, que estuprava mulheres nas ruas de Fortaleza em 2014, Antônio Cláudio foi preso e condenado com base exclusiva em prova de reconhecimento. Em parceria com a Defensoria Pública do Ceará, o Innocence Project Brasil produziu novas provas que demonstravam a impossibilidade de Antônio Cláudio ser o autor dos crimes. Graças a essas provas, o Tribunal de Justiça do Ceará acolheu Revisão Criminal proposta pelo Projeto e pela Defensoria, e absolveu-o em julho de 2019. Ele permaneceu 5 anos preso injustamente.


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ATERCINO FERREIRA DE LIMA FILHO

Atercino foi condenado em novembro de 2016 a 27 anos de prisão, sob a acusação de ter abusado sexualmente de seus dois filhos quando crianças. Depois de 11 meses preso, o Innocence Project Brasil demonstrou que as acusações contra ele eram falsas, como as próprias supostas vítimas acabaram admitindo. O Tribunal de Justiça de São Paulo reconheceu a inocência de Atercino e determinou a sua soltura em março de 2018, na primeira absolvição conquistada pelo Projeto.

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